quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Um dia de cada vez.

O que foi dito? O que foi feito? O que se perdeu? O que se ganhou? Quais eram as expectaticas? E quais foram as decepções?
Olhar pra trás pra perceber que... não se deve olhar pra trás. Espero assim estar certo, ver o que vem pela frente com os meus pés no chão e dispensar receitas prontas de como ser feliz, porquê isso eu descubro um dia de cada vez.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Olhos.

Espero que faça sentido essa história de amor, mesmo que longe da perfeição, seja quista, pois conta o lindo romance entre olhares e tudo que isso pode dizer.
Era um dia estranho para a menina que nunca tinha pensado em ter alguém, um dia incomum com pessoas comuns, até que este comum lhe chamou a atenção. Ela conhecia ele há 3 anos, mas nunca tinha reparado em como os olhos dele lhe diziam muita coisa; davam bom dia, perguntavam se estava tudo bem e lhe acalmavam como ninguém. Então a moça foi lá, chegou perto e disse nada com a boca, mas com os olhos... Ah estes diziam tanta coisa, respondiam o bom dia, afirmavam que estava tudo bem e agradeciam pela calma que o olhar do menino a trazia. Ele, digo, os olhos dele, só se alegraram ao ver que o amor pode ser visto. E assim, passaram a se ver todos os dias pelo resto das suas vidas, até que os olhos deles se fechassem para sempre. Foi assim, uma amor, vários olhares e lembranças.

sábado, 11 de setembro de 2010

Mr. Fail.

Quem sabe se não é o silêncio a resposta certa pra necessidade errada, quem sabe se este erro não é o certo a se fazer. Talvez mais tarde -na prática- eu aprenda que acertos são erros transformados, mas por enquanto eu levo essa vaidade à flor da pele. Confesso, errar em algumas circunstâncias é muito bom.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Eu.

Vão tentar te derrumar, vão te empurrar, vão te chamar, vão te buscar. Opções terão sempre, de se deixar levar, de cair, de concordar. E qual é o escudo? Eu mesmo? Aquilo? Aquele? Não sei. Afinal, pra que pensar na proteção se nem ataque existiu. Mas tem uma coisa que sempre fala por mim e que sempre eu vou deixar falar, é simples, viciante e conquista. Apresento aqui a solução pra tudo: AMOR-PRÓPRIO e tenho dito.

domingo, 18 de julho de 2010

Tempo.


Quero tempo. Como já quis antes, como quero agora e como ainda vou querer. Tudo pela certeza de que só ele é capaz de fazer o impossível, curar o irremediável e colorir o preto e branco. Talvez demore, talvez venha rápido demais, talvez ele esteja passando e eu nem dei conta.

Terapia do tempo, seja sempre assim bem-vinda, me acompanhe, me ensine e me mostre. Seja assim ; indispensável no meu tempo.

sábado, 3 de julho de 2010

Vontade.


Coisa estranha essa de querer, mas não saber o que, de imaginar sem ao menos poder saber o que realmente é, essa vontade de ser, ter e merecer. Sim, ficar na dúvida realmente não deve ser a melhor das opções, mas é que de fato ela é o "charme em palavra", não te desaponta e só te instiga a querer saber mais, mas do que?

Incrível, mas eu vou morrer apaixonado por vontades que eu não sei quais são e nem quero saber como são. Se estou no começo, no meio, ou no fim de responder essas interrogações, tanto faz, eu quero continuar e não concluir. Prazer, meu nome é "?".

terça-feira, 1 de junho de 2010

Não.


Nada de conformismo. Afinal qual a graça de aceitar tudo, dizer sim pra qualquer coisa e ainda ter que sustentar uma vontade que talvez nem seja tua. O negócio é ser chato, contestar até o final e não seguir receitas prontas de como usar motivações e emoções para no máximo dizer "ok", que pareça rebeldia e o caralho a 4, mas que valha a pena dar a cara a tapa. Pelo prazer de dizer não, ou por te um motivo real da negação.

Pois é, não saber ser sistemático deve acontecer nas melhores famílias.

domingo, 23 de maio de 2010


Redundante, paradoxial e contraditório será este texto. Seja notável ou não, eu tenho uma certeza: a rotina nossa de cada dia não é uma regra e mesmo que fosse uma, ela seria opcional.
Digo isso porque todo mundo muda todo dia, não só porque o mundo gira, mas por sermos mutáveis a nós mesmos. Quantas vezes você acorda e pensa "o que eu estou fazendo aqui?" e em outros, na mesma cama, você acorda e fala "estou exatamente aonde eu queria estar!", também não entendo, mas é óbvio que toda rotina acorda diferente. Quem sabe não sejam os sonhos, as metas, as pessoas, ou ainda por todo dia você ficar mais velho. Seja a vaidade que for, ou falta de, amanhã acordarei outro, independente de manter o que está dando certo e mudar o que está dando de errado, eu ando tocando a Deus dará.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Mania de por que.


Às vezes fico me perguntando o porquê de tanta curiosidade que eu sinto, parece chato, mas é o hábito mais gosto em mim. Não que eu possa escolher entre vários, mas é o que de fato me impressiona, pelo simples fato de não ir esperando o óbvio, mas sim, querer ser surpreendido até pelo previsível. E que venham decepções, angústias, frustrações, só não me venham dúvidas. Caso elas cheguem, serei obrigado a perguntar "por que?".

Enfim, seja lá quais forem as surpresas, dá pra perceber que curiosidade precisa ser respondida com objetividade, só não espere o mesmo de mim, porque sabe aquelas contradições que andam, então, sou eu. E até de que me provem que "curiosidade mata" eu continuo curioso, porque ainda tenho muitos por quês a serem respondidos. Por que?

segunda-feira, 17 de maio de 2010

looking for a reason

Nunca procurei um motivo.
Realmente é clichê dizer que você não se importa com o que dizem, aliás, é o clichê que eu mais gosto. É lógico, não sei por qual necessidade, ou se isso é necessidade, mas o fato é: seleção natural não serve só para contar o quanto você é mais forte, mas sim, pra mostrar que se sentir derrotado é questão de opinião, porque se você quiser, você vence, você é o mais forte, você não escuta o que te deixa fraco, você é o motivo pelo qual Darwin inventou a teoria mais real, Lei da Sobrevivência. Enfim, longe de mim parecer um mar de perfeição, porque eu só conto vitória quando realmente teve uma derrota e como eu já disse, o alto do pódio é opcional, mas aquela coisa de buscar felicidade, não é difícil, olhe pro lado. Afinal, ninguém vai procurar pra você.
É, estou vendendo auto-estima.