O que foi dito? O que foi feito? O que se perdeu? O que se ganhou? Quais eram as expectaticas? E quais foram as decepções?
Olhar pra trás pra perceber que... não se deve olhar pra trás. Espero assim estar certo, ver o que vem pela frente com os meus pés no chão e dispensar receitas prontas de como ser feliz, porquê isso eu descubro um dia de cada vez.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Olhos.
Espero que faça sentido essa história de amor, mesmo que longe da perfeição, seja quista, pois conta o lindo romance entre olhares e tudo que isso pode dizer.
Era um dia estranho para a menina que nunca tinha pensado em ter alguém, um dia incomum com pessoas comuns, até que este comum lhe chamou a atenção. Ela conhecia ele há 3 anos, mas nunca tinha reparado em como os olhos dele lhe diziam muita coisa; davam bom dia, perguntavam se estava tudo bem e lhe acalmavam como ninguém. Então a moça foi lá, chegou perto e disse nada com a boca, mas com os olhos... Ah estes diziam tanta coisa, respondiam o bom dia, afirmavam que estava tudo bem e agradeciam pela calma que o olhar do menino a trazia. Ele, digo, os olhos dele, só se alegraram ao ver que o amor pode ser visto. E assim, passaram a se ver todos os dias pelo resto das suas vidas, até que os olhos deles se fechassem para sempre. Foi assim, uma amor, vários olhares e lembranças.
Era um dia estranho para a menina que nunca tinha pensado em ter alguém, um dia incomum com pessoas comuns, até que este comum lhe chamou a atenção. Ela conhecia ele há 3 anos, mas nunca tinha reparado em como os olhos dele lhe diziam muita coisa; davam bom dia, perguntavam se estava tudo bem e lhe acalmavam como ninguém. Então a moça foi lá, chegou perto e disse nada com a boca, mas com os olhos... Ah estes diziam tanta coisa, respondiam o bom dia, afirmavam que estava tudo bem e agradeciam pela calma que o olhar do menino a trazia. Ele, digo, os olhos dele, só se alegraram ao ver que o amor pode ser visto. E assim, passaram a se ver todos os dias pelo resto das suas vidas, até que os olhos deles se fechassem para sempre. Foi assim, uma amor, vários olhares e lembranças.
sábado, 11 de setembro de 2010
Mr. Fail.
Quem sabe se não é o silêncio a resposta certa pra necessidade errada, quem sabe se este erro não é o certo a se fazer. Talvez mais tarde -na prática- eu aprenda que acertos são erros transformados, mas por enquanto eu levo essa vaidade à flor da pele. Confesso, errar em algumas circunstâncias é muito bom.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Eu.
Vão tentar te derrumar, vão te empurrar, vão te chamar, vão te buscar. Opções terão sempre, de se deixar levar, de cair, de concordar. E qual é o escudo? Eu mesmo? Aquilo? Aquele? Não sei. Afinal, pra que pensar na proteção se nem ataque existiu. Mas tem uma coisa que sempre fala por mim e que sempre eu vou deixar falar, é simples, viciante e conquista. Apresento aqui a solução pra tudo: AMOR-PRÓPRIO e tenho dito.
domingo, 18 de julho de 2010
Tempo.

Quero tempo. Como já quis antes, como quero agora e como ainda vou querer. Tudo pela certeza de que só ele é capaz de fazer o impossível, curar o irremediável e colorir o preto e branco. Talvez demore, talvez venha rápido demais, talvez ele esteja passando e eu nem dei conta.
Terapia do tempo, seja sempre assim bem-vinda, me acompanhe, me ensine e me mostre. Seja assim ; indispensável no meu tempo.
sábado, 3 de julho de 2010
Vontade.

Coisa estranha essa de querer, mas não saber o que, de imaginar sem ao menos poder saber o que realmente é, essa vontade de ser, ter e merecer. Sim, ficar na dúvida realmente não deve ser a melhor das opções, mas é que de fato ela é o "charme em palavra", não te desaponta e só te instiga a querer saber mais, mas do que?
Incrível, mas eu vou morrer apaixonado por vontades que eu não sei quais são e nem quero saber como são. Se estou no começo, no meio, ou no fim de responder essas interrogações, tanto faz, eu quero continuar e não concluir. Prazer, meu nome é "?".
terça-feira, 1 de junho de 2010
Não.

Nada de conformismo. Afinal qual a graça de aceitar tudo, dizer sim pra qualquer coisa e ainda ter que sustentar uma vontade que talvez nem seja tua. O negócio é ser chato, contestar até o final e não seguir receitas prontas de como usar motivações e emoções para no máximo dizer "ok", que pareça rebeldia e o caralho a 4, mas que valha a pena dar a cara a tapa. Pelo prazer de dizer não, ou por te um motivo real da negação.
Pois é, não saber ser sistemático deve acontecer nas melhores famílias.
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